31 de dez de 2010

2010/2011

era preciso prever o tempo
para poder partir.
mas descobrira por si só
que viriam águas do céu.
escondia nas asas, o medo.
as gotas reinaram.
mas a vida pedia voo,alto,longe,
depressa.
arriscou como se fosse a
chance última.
respirou e foi ao encontro das águas.
suportou-as como se fossem suor.
e percebeu, contando num canto,
que nem sempre as tempestades
têm poder para impedir voos.


Dos dias de Tempestades,
da incrível Ana Raquel

Um comentário:

Diego! disse...

Hora de voltar a escrever hein!